No começo desse ano a boneca mais famosa (e desejada do mundo) fez 50 anos.
Mesmo já considerada uma boneca feminista, que determinam a forma ideal de ser das mulheres (por serem magras demais, com medidas perfeitas), extremamente loira, sensual e consumista, mantém sua fama e seu reinado desde 1959, quando fora lançada sua primeira Barbie, nos EUA.
Ela foi a primeira boneca com rosto e copo de adulta. Para época foi extremamente radical, pois as bonequinhas eram feitas de pano ou louça e tinha rostinho de menininhas. Hoje já é "natural" o estilo Barbie que também ganhou a prateleira das lojas com roupas e acessórios que levam o nome da mesma, que virou uma marca.
Para resistir ao tempo ela foi reiventada várias vezes como a Barbie-Cut, hippie, mundo jovem, ginástica, esporitva, médica de diversas áreas, etc. Em 2002 deixou sua marca na calçada da fama, em Hollywood. Atualmente é uma espécie de modelo, pois usa roupas que são da moda. Além disso, já fez "personalidades de bonecos" com imitações de Elvis Presley (baseado no Ken, namorado da Barbie) e na personagem de Audrey Hepburn do filme Bonequinha de Luxo.
A boneca Susi (com corpo e jeito adolescente) já fazia a cabeça das meninas no Brasil em 1966, antes da Barbie ser importada. Mesmo assim a bonequinha americana não perdeu sua força quando chegou. Com suas roupinhas fashions, bolsas, sapatos e tudo mais acabou conquistando todas as gerações que vieram depois de sua chegada.
Eu e ela
Quando ganhei minha primeira Barbie - a ginasta, que fazia movimentos de uma esportista -, logo ela se tornou uma das minhas melhores amigas. Lembro-me bem das "aventuras" que vivemos juntas. Além, ganhei a casa dela com 3 andares e aos poucos fui mobilhando-a com móveis da cozinha, sala, quarto... faltaram poucas coisas para se dizer completa, mas estava bom por gasto.
Brinquei como se a cada dia aquele brinquedo fosse novo. Comprava as roupas dela e por muitas vezes fazia meus modelos com a ajuda da minha mãe. Brincava acompanhada da minha amiga, mas era só que eu inventava as mais loucas e engraçadas histórias. Tanto que estiquei minha infância até os 15 anos, quando ainda brincava, porém escondida...
Mas valeu a pena... se pudesse, continuava brincando! "Barbie lida bem com o passar do tempo, mas não deixa o passado para trás". (Revista Veja, 9/2/2009)
Fonte: Barbie 50th anniversary e Store


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