Trabalho de faculdade que eu não estava muito inspirada...
Tem mulher que usa P, M, G e GG. Não importa o tamanho da calcinha da ex-pró Jackeline Carvalho. Foi mostrando sua peça intima que ela tornou-se uma celebridade, provavelmente momentânea. Passados quase 1 mês da primeira aparição da nova dançarina da Banda O Troco (que fez sua estréia no Muquifest 2009) a história ainda rende pauta para um dos jornais impressos a capital e em programas de televisão de rede local e nacional além, é claro, de cair na boca do povo.
Por causa disso, a repercussão do tema tem rendido declarações de todos os gostos. Artistas e anônimos estão dando seus depoimentos onde dá ibope, seja vídeos em que ela aparece dançando, matérias jornalísticas ou nas ruas. A primeira notícia rendeu capa do jornal Correio e a edição online rendeu 301 comentários. O n°1 diz que “todas as bandas deveriam se espelhar nessa banda sensacional. Sem igual”.
Os comentários não param por aí.
Positivos e negativos aparecem em grande quantidade. O primeiro vídeo foi copiado e vistos várias vezes e por isso tem diversos posts. Um deles, os 5 primeiros comentários são de homens dizendo que “professoras gostosas tem que ser assim” e que “ela é boa”. Um comentário feminino aparece em 5° e o primeiro a reclamar da cena. Nessa mesma página há uma declaração que mostra a visão popular negativa fora do estado quando o indivíduo diz que “só poderia ter vindo da Bahia” e que “o povo é escroto”. Outro apóia ela, pois não está no ambiente de trabalho e pode se diverti como deseja, uma vez que “na sala de aula professor leva tiro e ninguém fala nada e é até espancado em sala de aula”, o que não deixa de ser uma verdade.
A ex-dançarina da boquinha da garrafa, música da extinta C&A do Pagode, Sara Verônica, não gostou do comentário da professora que alegou “que Sara estaria com inveja dela”. Por vez, a disse que “a coreografia não era tão vulgar quanto a dela”. Comparações a parte, as duas tiveram suas histórias em tempos diferentes e em situações diferentes, uma vez que a “pró Jaque” – sim, ela é conhecida assim agora – foi “flagrada” e Sara fez uma coreografia que virou sucesso, mesmo com a vulgaridade das antigas coreografias.
Cada vez que ela aparece na mídia, sempre na versão online do material tem um comentário. A última aparição dela foi na 11ª edição do Muquifest (2009), de visual novo, vestida de professora e logo depois com uma lingerie fazendo a coreografia que a lançou ao estrelato. No trabalho, na escola, na faculdade, no ponto de ônibus, foi um dos assuntos mais comentados nas ruas. Será que quando acabar esse momento “enfiado” ela será lembrado por muitas pessoas? A única certeza que se tem é que quando se cantarolar a letra vão pensar: Rapaz, você lembra de uma moça que dançou daquele jeito? Como é mesmo o nome dela?
Mundo louco e esquecido...

Eh todo mundo tirando proveito d situação.Dançarina, banda, midia, todos querendo tirar sua fatia do bolo. Agora eu pergunto,será que toda essa situação acrescenta algum beneficio para nossas vidas?Por que nos sabemos que tuda essa futilidade passará, mas o que nossa sociedade ganha com isso? desvalorização da mulher, visão negativa sobre o baiano...
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